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Dona Pavlova

Este é um blog sobre tudo e sobre todos... Culinária, Fitness, Moda, Viagens, Desporto, Atualidade, Animais, Ensino, Entretenimento, Fotografia, etc...

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Dona Pavlova

12
Mai16

Histórias com valor pedagógico

Dona Pavlova

 

4 RINS

 
No Curso de Medicina, o professor dirige-se ao aluno e pergunta:
- Quantos rins temos nós?
- Quatro! - responde o aluno.
- Quatro? - replica o professor, um arrogante, daqueles que sentem prazer em gozar com os erros dos alunos.
- Tragam um fardo de palha, pois temos um burro na sala. - Ordena o professor ao seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! - pediu o aluno.
O professor ficou furioso e expulsou-o da sala. O aluno era Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o irritado mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro: dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural.Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.
 
 

Moral da História:

A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO.

 
 

BOA RESPOSTA

 
Um mecânico está a desmontar a cabeça do motor de uma moto, quando vê na oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está a observar o mecânico a trabalhar. Então o mecânico pára e pergunta:
- Bom dia, doutor, posso fazer uma pergunta?
O cirurgião, um tanto surpreendido, concorda e aproxima-se da moto na qual o mecânico está a trabalhar. O mecânico levanta-se e pergunta:
- Doutor, repare neste motor. Eu abro-lhe o coração, tiro as válvulas, conserto-as, ponho-as no sítio e fecho novamente, e, quando acabo, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Explique-me por que é que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando o nosso trabalho é praticamente o mesmo?
Então o cirurgião sorri, inclina-se e diz baixinho ao mecânico:
- Você já tentou fazer como eu faço, com  o motor a trabalhar?
 
 
 

Moral da História:

QUANDO A GENTE PENSA QUE SABE TODAS AS RESPOSTAS, VEM A VIDA E MUDA TODAS AS PERGUNTAS.

 
 

MUITA CALMA

 
Entra um senhor desesperado na farmácia e grita:
- Rápido, dê-me algo para a diarreia! Urgente!
O dono da farmácia, que era novo no negócio, fica muito nervoso e dá-lhe um remédio errado: um remédio para nervos. O senhor, com muita pressa, pega no remédio e vai embora.
Horas depois, chega novamente o senhor que estava com diarreia e o farmacêutico diz-lhe:
- As minhas desculpas, senhor. Creio que por engano lhe dei um medicamento para os nervos, em vez de um para a diarreia. Como é que se sente?
O senhor responde:
- Cagado... mas tou tranquilo.
 
 
 

Moral da História:

POR MAIS DESESPERADA QUE SEJA A SITUAÇÃO, SE ESTIVER CALMO, AS COISAS SERÃO VISTAS DE OUTRA MANEIRA.

 

PROBLEMA É SÉRIO

 
O sujeito vai ao psiquiatra
- Doutor - diz ele - estou com um problema: - De cada vez que estou na cama, acho que está alguém debaixo dela. Vou para baixo da cama ver e parece-me que há alguém em cima dela. P'ra baixo, p'ra cima, p'ra baixo, p'ra cima. Estou a ficar maluco!
- Muito bem. Eu trato de si durante dois anos, diz o psiquiatra. Venha cá três vezes por semana, e eu resolvo-lhe o problema.
- E quanto me vai custar isso? - pergunta o paciente.
- 75 € por sessão - responde o psiquiatra.
- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.
Passados seis meses, encontram-se na rua.
- Então, como tem passado, por que é que nunca mais apareceu? - Pergunta o psiquiatra.
- A 75€ a consulta, três vezes por semana, durante dois anos, ia-me ficar caro demais. Um indivíduo que conheci no café curou-me por 10€.
- Ah sim? E como? - Pergunta o psiquiatra.
O sujeito responde:
- Por 10€ ele cortou os pés da cama...
 
 
 

Moral da História:

MUITAS VEZES O PROBLEMA É SÉRIO, MAS A SOLUÇÃO PODE SER MUITO SIMPLES!

 

29
Abr16

A propósito da Questão de Género do Cartão de Cidadão

Dona Pavlova

CARTÃO DE CIDADÃO OU DE CIDADANIA

cartão cidadão.jpg

 

Algures, numa repartição pública:

 

Utente - bom dia, queria renovar o meu cartão do cidadão.

Funcionário/a - já não se chama cartão do cidadão, agora é cartão da cidadania.

U -A sério?

F - Sim, a designação "cartão do cidadão" não respeitava a identidade de género.

U -Ok, então queria tirar o meu cartão da cidadania.

F - Pois, mas isso não é comigo, é ali com o meu colega.

U - Colega ou colego?

F - Desculpe...?

U - Perguntei se era com uma sua colega ou com um seu colego?

F - Está a gozar comigo?

U - De forma alguma, apenas quero respeitar a identidade de género da pessoa ou pessoa em causa.

F - Olhe, tenho mais que fazer do que aturar as suas piadas. Por favor dirija-se ao balcão ao lado para tratar do assunto.

U - Ok, só uma última pergunta...

F - Sim, diga lá.

U - Balcão ou Balcona?

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