Este é um blog sobre tudo e sobre todos... Culinária, Fitness, Moda, Viagens, Desporto, Atualidade, Animais, Ensino, Entretenimento, Fotografia, etc...
Este é um blog sobre tudo e sobre todos... Culinária, Fitness, Moda, Viagens, Desporto, Atualidade, Animais, Ensino, Entretenimento, Fotografia, etc...
O Ministério da Saúde vai avançar dentro de dias com uma iniciativa legislativa para impedir que as máquinas de dispensa automática (vending) instaladas nos estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) possam conter "elementos prejudiciais à saúde", nomeadamente elevado teor de açúcar e de sal, acaba de anunciar o ministro Adalberto Campos Fernandes.
Ouvido nesta quarta-feira de manhã na Comissão Parlamentar de Saúde, o governante explicou que esta é uma forma de, "ao menos dentro do SNS, dar um exemplo e sinalizar aquilo que são boas práticas em termos de saúde alimentar".
Vamos substituir isto por isto:
Uma medida a aplicar e/ou fiscalizar, espero eu e o mais rápido possível, às escolas. Não consigo entender, por acaso até consigo (alguém lucra com isto e bem) como é que em algumas escolas são permitidas estas máquinas com pacotes de batatas fritas, coca-colas e outros produtos que de saudáveis têm pouco. Depois é ver os miúdos a deixarem de comer na cantina para passarem uma refeição com uma lata de coca-cola e um pacote de batatas fritas. Isto já para não falar do preço exorbitante dos produtos destas máquinas.
Sim senhor, está muito bem... só mostra que tudo é possível, com uma alimentação equilibrada, com treino e muita força de vontade chegou lá ;) É claro que agora vêm os invejosos e as invejosas dizer que é photoshop, claro que tem, como em todas as fotos que por aí andam, mas o essencial está lá, perdeu massa gorda e ganhou massa magra. E só mais um reparo: deixem de olhar para a balança que essa não vos diz nada...
Fui convidada a cozinhar "Na cozinha da Mula" e adorei a experiência. Partilhei uma receita de "Muffins de Restos" que costumo fazer muitas vezes e até falei um pouco de mim, da minha alimentação e do meu lado mais fit...
No Curso de Medicina, o professor dirige-se ao aluno e pergunta: - Quantos rins temos nós? - Quatro! - responde o aluno. - Quatro? - replica o professor, um arrogante, daqueles que sentem prazer em gozar com os erros dos alunos. - Tragam um fardo de palha, pois temos um burro na sala. - Ordena o professor ao seu auxiliar. - E para mim um cafezinho! - pediu o aluno. O professor ficou furioso e expulsou-o da sala. O aluno era Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o irritado mestre: - O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro: dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural.Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.
Moral da História:
A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO.
BOA RESPOSTA
Um mecânico está a desmontar a cabeça do motor de uma moto, quando vê na oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está a observar o mecânico a trabalhar. Então o mecânico pára e pergunta: - Bom dia, doutor, posso fazer uma pergunta? O cirurgião, um tanto surpreendido, concorda e aproxima-se da moto na qual o mecânico está a trabalhar. O mecânico levanta-se e pergunta: - Doutor, repare neste motor. Eu abro-lhe o coração, tiro as válvulas, conserto-as, ponho-as no sítio e fecho novamente, e, quando acabo, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Explique-me por que é que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando o nosso trabalho é praticamente o mesmo? Então o cirurgião sorri, inclina-se e diz baixinho ao mecânico: - Você já tentou fazer como eu faço, com o motor a trabalhar?
Moral da História:
QUANDO A GENTE PENSA QUE SABE TODAS AS RESPOSTAS, VEM A VIDA E MUDA TODAS AS PERGUNTAS.
MUITA CALMA
Entra um senhor desesperado na farmácia e grita: - Rápido, dê-me algo para a diarreia! Urgente! O dono da farmácia, que era novo no negócio, fica muito nervoso e dá-lhe um remédio errado: um remédio para nervos. O senhor, com muita pressa, pega no remédio e vai embora. Horas depois, chega novamente o senhor que estava com diarreia e o farmacêutico diz-lhe: - As minhas desculpas, senhor. Creio que por engano lhe dei um medicamento para os nervos, em vez de um para a diarreia. Como é que se sente? O senhor responde: - Cagado... mas tou tranquilo.
Moral da História:
POR MAIS DESESPERADA QUE SEJA A SITUAÇÃO, SE ESTIVER CALMO, AS COISAS SERÃO VISTAS DE OUTRA MANEIRA.
PROBLEMA É SÉRIO
O sujeito vai ao psiquiatra - Doutor - diz ele - estou com um problema: - De cada vez que estou na cama, acho que está alguém debaixo dela. Vou para baixo da cama ver e parece-me que há alguém em cima dela. P'ra baixo, p'ra cima, p'ra baixo, p'ra cima. Estou a ficar maluco! - Muito bem. Eu trato de si durante dois anos, diz o psiquiatra. Venha cá três vezes por semana, e eu resolvo-lhe o problema. - E quanto me vai custar isso? - pergunta o paciente. - 75 € por sessão - responde o psiquiatra. - Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito. Passados seis meses, encontram-se na rua. - Então, como tem passado, por que é que nunca mais apareceu? - Pergunta o psiquiatra. - A 75€ a consulta, três vezes por semana, durante dois anos, ia-me ficar caro demais. Um indivíduo que conheci no café curou-me por 10€. - Ah sim? E como? - Pergunta o psiquiatra. O sujeito responde: - Por 10€ ele cortou os pés da cama...
Moral da História:
MUITAS VEZES O PROBLEMA É SÉRIO, MAS A SOLUÇÃO PODE SER MUITO SIMPLES!
A Mamã Zen, Mamã com estilo decidiu, e muito bem, nomear-me em conjunto com outras pessoas, para respondermos ao Desafio "10 fatos sobre mim na hora da refeição".
Realmente nunca tinha pensado nas minhas manias à refeição, mas aqui vai:
A minha refeição preferida é o pequeno almoço.
Por norma como a fruta sempre antes da refeição (e não depois).
Faço questão de só nos levantarmos da mesa quando todos tivermos comido e odeio que se levantem a meio da refeição.
Faço todas as refeições sentada.
Odeio que estejam a olhar para o meu prato esquanto como.
Não gosto que opinem sobre a minha alimentação e fico furiosa se me perguntam ou oferecem alguma coisa que está na mesa (se eu estou a vê-la e não me servi é porque não quero, ok?).
Não gosto que deixem comida no prato, o que está lá é para comer até ao fim.
Gosto de experimentar sabores novos e se não gosto digo-o com toda a frontalidade.
A comida sabe-me melhor se tiver de perna cruzada durante a refeição.
Só como se tiver fome, não como por conveniência nem por simpatia.